"Mas, Billy", ela protestou, "eles devem estar esperando que você traga alguns patos para casa, sabia?" Maurice caiu como um esquilo do álamo. "E deixar aqueles ladrões de barcos naufragados?", ofegou. "Ai, meu Deus! Mas isso não vai servir para eles?"!
34252 people found this review useful
"Ugh!" Anson estremeceu e puxou as cobertas até as orelhas. "Como ele conseguiu isso, Bill! Alguém sabe?" "Agora sim?" Landon esfregou as mãos e estalou os lábios, ansioso. "Você vai ficar e ajudar a limpar tudo, Billy?"
52868 people found this review useful
Sir William Lawrence estava muito sério, com uma expressão severa, quase feroz, ao entrar no barco. O Capitão Acton estava frio e pensativo. Sua testa estava franzida; seus lábios, tensos. Seu comportamento era o de um homem seguro de si, confrontado por uma situação complexa por feições alheias ao problema ou dificuldade principal, mas que a confundiam por sua própria existência. Lucy observava a cena da popa do tombadilho do Aurora. Ela estava sozinha naquela parte do navio, encostada na amurada, e uma ou duas vezes seu olhar seguiu o barco que levava seu pai e o Almirante para o Minorca; mas estava principalmente voltado para a barca cuja extensão ela explorou em busca de um vislumbre da figura alta que ela imediatamente reconheceu como o Sr. Lawrence, enquanto Sir William observava seu filho através do binóculo. Ela refletiu sobre a incrível passagem de sua vida que preenchera o intervalo entre o momento em que embarcara naquele navio, acreditando que seu pai jazia perigosamente ferido dentro dela, até o momento de sua transferência para o brigue de Whitby. Nunca sua beleza pensativa fora mais fascinante do que agora, enquanto seus suaves olhos escuros meditavam sobre o navio que fora sua prisão flutuante. O que o Sr. Lawrence diria ou pensaria quando compreendesse que sua loucura era fingida, um estratagema dramático para obter liberdade e restauração? Como ele encararia — mas como poderia encarar — seu pai, a quem havia degradado, e o pai dela, a quem havia roubado e injustiçado? "Ouvi dizer", disse o Sr. Johnston. "Foi um ato corajoso e louvável." Enquanto isso, o Sr. Lawrence havia percorrido cerca de um quilômetro e meio e se aproximava da casa de seu pai. A casa do Almirante ficava em uma viela afastada da estrada principal. Era um refúgio tão sombrio que Cowper, se estivesse falando sério, teria corrido para lá quando ansiava por alguma sombra infinita. Ficava em um pequeno terreno protegido por sebes e muros repletos de pomares. O Almirante morava no coração de bosques de cerejeiras, ameixeiras, macieiras, pereiras e outras árvores frutíferas que, naquele mês de abril, tornariam o cenário ao redor tão belo quanto neve levada pelo sol, com flores branco-amendoeiras.
56040 people found this review useful